Bloomberg — A Meta apresentou um novo modelo de IA que é leve o suficiente para ser executado em um único computador, permitindo que os usuários baixem e personalizem a tecnologia.
O novo Muse Glimmer é uma versão simplificada do modelo Muse Spark 1.2 da empresa, projetado com foco na eficiência para minimizar os requisitos de sistema, informou a Meta nesta segunda-feira (10).
Com 30 bilhões de parâmetros, o Muse Glimmer é “pequeno o suficiente” para precisar de apenas uma placa de vídeo para operar, e suas funções envolverão principalmente tarefas de inteligência artificial do tipo “agente”, como gerenciamento de agendas e organização de arquivos, segundo a Meta.
Os valores que auxiliam o sistema de IA a tomar decisões estarão disponíveis no Hugging Face, e a Meta também pretende disponibilizar também os de uma versão do Muse Spark, que é mais potente.
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A decisão de lançar esses modelos de IA sob uma licença permissiva reflete a concorrência na China, onde startups como a DeepSeek e a Moonshot, juntamente com a gigante da internet Alibaba, adotaram essa prática para atrair o maior número possível de usuários.
A Meta está em uma corrida global para oferecer avanços e benefícios em IA que, eventualmente, compensariam os gastos exorbitantes com hardware e centros de dados para desenvolver a tecnologia.
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Juntamente com suas concorrentes americanas Amazon, Alphabet e Microsoft, a Meta comprometeu mais de US$ 2 trilhões para expandir suas capacidades, e o desenvolvimento de modelos e ferramentas de IA que incentivem as pessoas a utilizá-las em vez das oferecidas por esses rivais ajudará a empresa a garantir negócios de longo prazo.
A empresa está elaborando planos para um negócio de infraestrutura em nuvem que venderá acesso ao poder de computação e aos modelos de IA, nos moldes da Amazon Web Services.
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A Meta, com sede em Menlo Park, Califórnia, também informou nesta segunda-feira que pretende criar um fundo de US$ 1 bilhão para investir em comunidades dos EUA onde a Meta possui e opera centros de dados. Os gastos desenfreados de hiperescaladores como a Meta e o Google têm encontrado resistência em muitos locais dos EUA onde as empresas estão estabelecendo operações que consomem muitos recursos.
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