Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
A Syngenta tem adotado no Brasil uma estratégia que combina oferta de crédito ao produtor, ferramentas digitais e um portfólio de defensivos químicos e biológicos — frentes que, em conjunto, buscam reforçar a presença da companhia no campo.
Essa espécie de “volta ao campo” se tornou uma das bases do plano da empresa fornecedora de sementes e insumos para atravessar um ciclo mais adverso, segundo André Savino, presidente do negócio de Proteção de Cultivos da companhia no Brasil.
Quando assumiu a divisão, em janeiro de 2024, o executivo disse ter encontrado uma empresa que preservava sua capacidade de pesquisa, mas havia se distanciado da ponta.
Foi então que a companhia adotou a estratégia de adquirir revendas que passaram a integrar a plataforma SYNAP, sob bandeiras como Dipagro, Agro Jangada, Agrocerrado e Produtécnica.
“Vi que a Syngenta continuava sendo uma empresa de inovação, porque ela era, mas estava um pouco distante dos clientes”, afirmou ele em entrevista à Bloomberg Línea.
Hoje, cerca de 50% das vendas de Proteção de Cultivos e biológicos no país são feitas diretamente pela companhia, segundo Savino. Cooperativas e revendas respondem por aproximadamente 25% cada.
⇒ Leia a reportagem: ‘Volta ao campo’: a estratégia da Syngenta no Brasil para atravessar o ciclo adverso do agro

No radar dos mercados
O avanço dos futuros de ações dos EUA fizeram uma pausa no ritmo de subida após uma sequência de quatro dias de alta, enquanto investidores avaliam os resultados mais recentes das gigantes de tecnologia e as negociações no Oriente Médio.
- Negociações no Irã. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo sobre o Estreito de Ormuz pode ser alcançado já nesta quarta-feira (5), à medida que crescem as expectativas quanto a um acordo que permita a reabertura dessa via navegável crucial para os mercados de energia.
- Disputa China x EUA. Pequim reforçou os controles sobre as exportações de drones para os Estados Unidos e impôs sanções a várias empresas americanas, em uma série de medidas retaliatórias contra as crescentes restrições tecnológicas impostas por Washington.
- Luxo em alta. As vendas da Chanel registraram um crescimento de dois dígitos no primeiro semestre, superando rivais do setor de luxo, incluindo a LVMH. A receita da marca subiu 16%, segundo uma fonte a par dos resultados ouvida pela Bloomberg News, impulsionada pelas vendas de peças de moda do estilista Matthieu Blazy.
→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na terça-feira (04/08): Dow Jones Industrials (+1,71%), S&P 500 (+1,79%), Nasdaq Composite (+2,59%), Stoxx 600 (+0,73%), Ibovespa (-0,06%)
LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →
🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →
Destaques da Bloomberg Línea:
• Itaú lucra R$ 12,4 bi no 2º tri e revisa guidance de receitas de serviços e seguros
• Gávea, de Armínio Fraga, fecha multimercados e transfere fundos para Bradesco Asset
• EUA revogam visto de embaixadora do Brasil em meio a disputa diplomática
• Também é importante: Avião ganha força como patrimônio, e leasing de jato supera o de máquina, diz Bradesco | Ex-executivos do Nubank lançam consultoria de gestão de patrimônio baseada em IA
• Opinião Bloomberg: Sob pressão, Trump tem opções limitadas para reduzir os preços da gasolina
• Para não ficar de fora: Habilidades em IA valem mais que MBA? 86% dos executivos financeiros afirmam que sim
⇒ Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.
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