Banco Central

Comunicação do Banco Central segue em xeque e mercado vê risco à meta de inflação

De acordo com economistas e analistas, ata do Copom deixou de contemplar todos os questionamentos surgidos após o comunicado pouco claro na semana passada

Ata do Copom: estas são as principais questões que o mercado busca decifrar

Comunicado da última quarta-feira levantou uma série de questões entre os participantes do mercado ao combinar o corte da Selic com a extensão no horizonte relevante da política monetária e um diagnóstico mais duro para a inflação à frente

Tesouro se esforça para acalmar mercado após decisão ‘confusa’ do BC sobre juros

Comunicado do Comitê de Política Monetária divulgado na quarta-feira foi considerado ambíguo por investidores e analistas ao reduzir juros, mas alertar para aceleração do crescimento e da inflação

Brasil tem juro real mais alto do mundo, acima de Rússia, Turquia e México

Levantamento da Lev Intelligence aponta que quatro países da América Latina estão entre os 10 com as taxas de juros reais mais altas, liderados pelo Brasil; inflação exige cautela de bancos centrais na região

Bancos veem espaço menor para cortes da Selic e se dividem sobre o fim do ciclo

Para BTG e Bank of America, o corte de junho pode ter sido o último do ciclo; já UBS BB e PicPay veem novas reduções à frente, e Itaú e XP preveem um ajuste final em agosto, para 14%, com pausa na sequência

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Copom reduz Selic para 14,25% e aponta incerteza ‘acima do usual’ para projeções

Banco Central cortou os juros pela terceira vez consecutiva em 0,25 ponto percentual; projeções de inflação pioraram desde abril, mas comitê avalia que política monetária segue restritiva o suficiente

Banco Central aproveita queda no cupom cambial e acelera rolagem de swaps

Autoridade monetária elevou a oferta diária de 50.000 para 60.000 contratos do instrumento derivativo usado pelo BC para oferecer ao mercado proteção contra a variação do dólar

Reserva estratégica: mais bancos centrais dizem planejar compra de ouro em 2026

Mais bancos centrais do que nunca esperam aumentar suas reservas de ouro, um sinal de que uma das principais forças por trás da alta recorde do metal precioso permanece intacta, apesar da retração observada neste ano.

Mercado vê acordo entre EUA e Irã abrir espaço para queda da Selic, com cenário incerto

Banco Central deve cortar os juros em 0,25 ponto percentual, pela terceira vez seguida, para 14,25% ao ano, segundo expectativa majoritária dos economistas

Nubank investiga falso aviso de liquidação extrajudicial enviado a clientes

Alguns usuários receberam uma mensagem falsa por meio do aplicativo da fintech; Nubank classificou o episódio como um ‘erro operacional pontual, já identificado e solucionado’

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Banco Central busca autonomia para proteger o Pix e seu papel de supervisão

Emenda constitucional que concederia autonomia financeira ao órgão regulador foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas aliados do governo criticam a ideia de reforçar ainda mais a independência de uma instituição já consolidada em momento de juros altos

Mercado abandona perspectiva de corte de juros e vê Selic acima de 14% por anos

Cenário refletido atualmente na precificação dos contratos de juros futuros indica de que os investidores desistiram de apostar em alívio monetário diante da alta das expectativas de inflação e da resiliência da economia doméstica

Até os bancos centrais mais pacientes estão mudando de postura com a alta da inflação

Em países como Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul e Indonésia, as autoridades monetárias estão revendo sua abordagem e adotando um tom mais duro ou tomando decisões para aumentar as taxas de juros

Mercado vê ciclo do Banco Central perto do fim com apenas mais um corte da Selic

Gestores e economistas que o Copom deve fazer apenas mais uma redução de 0,25 ponto na taxa de juros na reunião de junho; aumento do petróleo e dos preços de combustíveis traz reflexos para a inflação

Economistas já veem primeiros sinais de efeitos secundários na inflação

Aumento dos preços dos combustíveis, impulsionado pela alta do petróleo, já começa a ser incorporado nas projeções com a expectativa de repasse de custos para os bens industriais

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